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Pernambuco vai receber R$ 140 milhões do BID

07 FEV 2019
07 de Fevereiro de 2019

O governador Paulo Câmara foi a Brasília na quarta-feira (6) para pedir mais recursos à União. Ele se reuniu com o ministro da Economia, Paulo Guedes, para tentar liberar novas operações de crédito para o Estado e saiu do encontro com boas perspectivas financeiras. É que o ministro teria se comprometido a analisar os empréstimos pernambucanos que estão travados na União e ainda revelou que uma operação de R$ 140 milhões está prestes a ser liberada para o Estado.

Segundo a administração estadual, essa operação de crédito está sendo tocada junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). E o banco só estaria esperando o Governo de Pernambuco cumprir uma etapa burocrática do processo de financiamento, com alguns documentos, para liberar o recurso. A reportagem apurou, no entanto, que esses R$ 140 milhões não devem ser usados nas obras estruturadoras prometidas pelo Estado. A ideia do governador Paulo Câmara é aplicar essa verba na modernização da gestão, para tornar a máquina pública mais eficiente. Portanto, só os financiamentos que forem liberados depois disso é que devem ser aplicados em obras de infraestrutura.

O Estado garante, por sua vez, que a liberação desses outros financiamentos também será avaliada por Paulo Guedes. "A gente tem operações de crédito que ficaram pendentes desde o governo passado porque ocorreram mudanças nos critérios de concessão (estabelecidos pela União), quando elas já tinham sido autorizadas. Então, a gente veio buscar o complemento das operações que não puderam ser feitas por essa mudança de critérios”, afirmou Câmara, dizendo que isso será estudado pelo Ministério da Economia. “O ministro solicitou que, tão logo publique o balanço de 2018 (do Governo Federal), ele se reunirá com as equipes técnicas para a liberação desses recursos”, acrescentou o governador.

Pacto Federativo

Em busca de mais recursos, Paulo Câmara ainda pediu uma revisão do Pacto Federativo ao ministro Paulo Guedes. É uma medida que, segundo o governador, pode contribuir com o ajuste fiscal dos estados porque ajudaria a compensar os gastos cada vez maiores das federações. Pernambuco já havia reclamado, por exemplo, de estar gastando bem mais que a União para manter o SUS e o Fundeb. “Os recursos estão muito concentrados na União”, afirmou o governador, que foi a Brasília com os secretários da Fazenda e de Planejamento, Décio Padilha e Alexandre Rebelo, respectivamente.

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